A POSTURA DE PEDRO PASSOS COELHO

O Rui diz que já desistiu de ver o jornal de campanha da coligação PAF. Ele diz que sabe que em campanha eleitoral há sempre uma personagem que o político candidato encarna que fala e promete muito, e que, ao chegar ao poder as coisas nunca se concretizam exatamente da mesma forma. Por isso já não se sente propriamente enganado com essa disparidade.No limite até percebe que não será fácil ser confrontado em campanha com políticas da sua autoria que empobreceram cidadãos, e que, obviamente originam comportamentos de revolta.

Outra coisa, muito diferente é a incapacidade de Pedro Passos Coelho conseguir transmitir qualquer empatia ou sensibilidade pelo eleitor que o aborda e que se queixa, mesmo esperando apenas desabafar a sua situação de vida que pode estar a atravessar uma situação dramática. Mais: mostra alguma irritação e rigidez que se confunde facilmente com autoritarismo. Que, perante este sinal visual óbvio do líder da PAF os eleitores continuem a manifestar o seu agrado nas inúmeras sondagens feitas é uma tristeza que o Rui não consegue explicar.

mexilhao

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