A CRISE FINANCEIRA DE 2008

Há uns dias estava a tomar café com o Rui que me confidenciava: Já não aguento mais esta história de falarmos da crise, do pacto de estabilidade e do défice, nunca mais conseguimos viver normalmente! Gostava de perceber como é que isto tudo começou, onde é que estes senhores da alta finança tinham a cabeça para rebentar com a nossa vidinha!

Estava mesmo irritado, tanto que quando lhe propus que visse “The big short”/”A queda de Wall Street”, com   Christian Bale e Steve Carell, e nomeado para 5 Óscares, disse que não estava com paciência para ver filmes que falassem em economês. Só quando lhe expliquei com toda a paciência que o filme não era nada disso é que foi acreditando em mim.

De facto o filme podia-se chamar: “A origem da crise financeira para tótós”. Tanto é assim que retrata um conjunto de analistas financeiros que souberam detetar a tempo que a bolha do imobiliário e dos créditos da habitação ia rebentar em breve. Criaram os famosos swaps que lhes permitiram angariar muitos milhões graças aos malabarismos que os tubarões da alta finança fizeram para seduzir muitos americanos que julgavam que qualquer casa podia ser comprada a crédito.

Mantém durante todo o tempo um tom informal e pedagógico que é da maior importância para não caírmos nos mesmos erros. Mas vamos caír…

 

 

 

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