DEMOLIÇÃO

O meia dose passou por um mau bocado ao perder uma amiga que lhe era muito próxima, pelo que ao ver o filme “Demolição”, com Jake Gylenhaal, percebeu bem como custa tomar consciência da perda de alguém com quem nos habituámos a estar. Esta descida aos infernos muito intensa do protagonista, que perdeu a mulher num acidente, talvez seja levada ao extremo, e não deixa de ser por vezes um pouco maçadora, mas faz sentido.

Movido pela apatia e obsessão pelas rotinas egocêntricas (exercício físico, maximizar o lucro da empresa onde trabalha), que o fazem sentir-se anestesiado na sua relação com a mulher, a personagem central precisa de algumas atitudes extremas para perceber o amor que o ligava com a ela. Tudo começa com a avaria de uma máquina de venda automática e acaba com uma demolição física e a sua desconstrução interior. Se tivesse um trabalho de edição mais preciso ficaria perfeito.

 

 

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