Os Óscares de Mad Max: Fury Road

“O filme é um dos maiores espetáculos visuais. Se houvesse justiça na Academia de Hollywood, Mad Max ganhava tudo, mas como não há ficam com os prémios de consolação. ” E mais nada, assim sentenciou o meia dose sobre o cenário mais provável que vai acontecer no dia 28 de fevereiro, na entrega dos Óscars de Hollywood.

É pena porque este filme (o 4º de uma saga iniciada em 1979 com Mel Gibson como protagonista) deu uma reviravolta na história original (Max tem um papel quase secundário face à furiosa Charlize Theron), e na ideia de sequela, que raramente são melhores que o original.

É certo que a história é pobre e violenta (Furiosa tenta proteger as jovens e férteis concubinas de um ditador de uma terra onde não há água e tudo é seco e o Mad Max dá uma ajuda), mas o ritmo, a loucura de movimentos e os pormenores das várias figuras que perseguem Max e Furiosa são impressionantes. A riqueza visual (inesquecível a entrada na tempestade de areia) eleva este filme a tudo o resto que estreou em 2015.

 

 

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25 ANOS DO “SILÊNCIO DOS INOCENTES”

O meia dose diz que gostava de encontrar um filme que retratasse da melhor maneira o mal. Disparei logo com “O Silêncio dos Inocentes”, filme de Jonathan Demme com o casal mais improvável – Jodie Foster como a frágil agente do FBI e Anthony Hopkins o psicopata canibal que vai dar as pistas para encontrar um psicopata apelidado de Buffalo Bill.

Há 25 anos estreava um filme que tive a oportunidade de ver em Londres, no ecrã gigantesco do Odeon Leicester Square ocupando um dos 1683 lugares. Medo e adrenalina no máximo foi o que senti ao ver como era retratado da melhor forma este contraste entre a frágil agente e o perverso e sedutor psicopata que tomava o filme de assalto surgindo apenas durante 25 minutos.

O resto já é histórico: um dos maiores sucessos de bilheteira de um filme de terror e o último filme a conseguir vencer nas 4 categorias mais apetecidas: melhor ator, atriz, realizador e filme anunciado por Paul Newman e Elizabeth Taylor.

Um clássico.

 

 

MUSEU DAS COISAS BANAIS

O meia dose gosta de histórias de afetos sobre objetos banais e de museus diferentes, por isso não ficou indiferente quando descobriu um  museu virtual do Instituto de Ciências Humanas da Universidade Federal de Pelotas-UFPelda , apelidado de Museu das Coisas Banais que podem conhecer aqui

Trata-se de uma curiosa experiência de partilhar objetos banais e das histórias de afeto que nos relacionam com eles: chávenas, cachecóis, dicionários usados, tudo serve para ficar a conhecer esses pedaços de vida expostos neste museu que reflete sobre a nossa relação com o mundo material de valor simbólico. Porque esta equipa não esquece que estamos em 2016 o Museu das Coisas Banais  conta com uma presença intensa em diversas redes sociais.

O meia dose diz que se sentiu inspirado para criar em breve um pequeno museu virtual dedicado a objetos muito especiais. Ele promete em breve dar mais novidades.

 

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