O LISBOETA VAI DE FÉRIAS

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Caminhar junto ao rio Liz

Nos anos que se seguiram à Expo 98, a reabilitação das zonas ribeirinhas aconteceu pelo menos nas cidades capitais de distrito através do Programa Polis.

Leiria não foi exceção: a zona paralela ao rio Liz é hoje uma zona predileta da cidade para atravessar, a correr ou a conversar.

   
 
   

Passeio por Segovia e Valladolid

O Guedes decidiu passear pelas terras de Castela Leão. Um passeio com uma forte marca da História, já que foi por onde andaram os carismáticos reis católicos e os Felipes e foi assinado o Tratado de Tordesilhas. Uma região com património da humanidade, muitas igrejas de grande escala, uma feliz conjugação entre a cidade e o campo e a cor castanha e tonalidades afins presente em quase todas as ruas.

 


  

A PAIXÃO DE CRISTO NO MUSEU JOSÉ MALHOA

O Guedes foi passear até Caldas da Rainha, aproveitou para descobrir alguns belos cavalos que se espalhavam por todo o Parque D. Carlos a propósito da Feira do Cavalo Lusitano, e depois, a propósito da Noite dos Museus, foi rever a verdadeira jóia do Museu José Malhoa das Caldas da Rainha – a representação da Paixão de Cristo pela genialidade de Bordalo Pinheiro.

Trata-se de um belo conjunto de esculturas que tratam o episódio da Paixão, com drama e expressividade. Se fosse outra a disposição e a iluminação destas inúmeras peças, certamente que, este seria um conjunto escultórico a fazer parte daquele tipo de lista top 10 coisa a visitar pelos turistas que têm descoberto Portugal.

   

   

 

LISBOA A 360º

Desta vez o Guedes quer apenas realçar uma experiência visual no seu último passeio a Lisboa: trata-se do recém estreado Rooftop (telhado ficaria mal mas terraço era demasiado português…) das Amoreiras.

Bastam 30 segundos de elevador para chegar a um amplo terraço a mais de 150 metros de altura. O rio, a cidade histórica, avenidas novas e parque das nações ao fundo. Basta um olhar circular para abarcar tudo.

A ver sem falta!

  

VIAJAR NO TEMPO EM SANTIAGO DA GUARDA

O Guedes gosta especialmente de conhecer e passear em locais com vestígios romanos: “pela simplicidade decorativa e sofisticação arquitetónica que se imagina nos vestígios arqueológicos das residências dos antigos habitantes do nosso território”, conta ele num tom professoral.

Vem isto a propósito do projeto Villa Sicó, um programa de valorização de vários locais com vários vestígios romanos localizados no território da Serra do Sicó. Desta vez a visita foi a Santiago da Guarda, mais precisamente ao Complexo Monumental (desde 1978), que é uma espécie de 2 em 1: o solar e a torre dos Condes de Castelo Melhor, do século XV, com vestígios manuelinos. Por baixo é possível conhecer os mosaicos decorativos da anterior função, que remonta aos século IV e V, ao período romano.

Tudo está impecavelmente restaurado e conta ainda com uma pequena loja que conta com alguns produtos da terra, a descobrir sem falta!

   
 

Passeio por Torres Novas

O Guedes foi até Torres Novas, terra antiga com foral concedido ainda no século XII, pouco tempo depois da fundação da nacionalidade. Subiu até ao castelo recentemente restaurado, depois passeou pela arejada e bem conservada Praça 5 de Outubro, e desceu até ao coração da terra que mantém alguma vivacidade no seu comércio local e com o rio Almonda ali bem perto, apesar da proximidade do centro comercial. Só teve pena de não ter podido visitar a prestigiada galeria Neupergama. Era dia de feira, e embora não lhe tenha apetecido andar a bater-se com outros carrinhos de choque atreveu-se a acabar o passeio  com uma oleosa fartura.

 


  

Parque da Graça de Lisboa 

O Guedes sempre gostou do lado bairrista da cidade de Lisboa. Por isso nas escapadelas que faz até à capital é aí que gosta de ir, especialmente andar nos jardins de bairros. 

O último por onde andou foi no Parque urbano da Graça. Desenvolve-se ao longo de uma encosta, com espaço infantil sombreado e o resto mais desabrigado mas bem situado para colher belas perspetivas de Lisboa.